Spirit of London divulga primeiros nomes de festa no Wet´n Wild

SOL

O já tradicional festival paulistano Spirit of London confirmou a data e local da edição de 2013.

Seguindo a tendência de festivais gringos, a mega festa organizada pela rádio Energia 97fm vai rolar dia 21/09 no parque aquático Wet n´Wild em Vinhedo – SP.

Line Up

Além da inovação na escolha do local da festa, o line-up é um dos maiores atrativos, afinal nomes como Dyro, Gregor Salto, Dj Antoine e Tujamo já foram confirmados! Os brazucas representados por nomes como Felguk, Filipe Guerra, Bruno Pacheco e Adriano Pagani também já está confirmados!

Vale lembrar que o line-up completo ainda não foi divulgado, mas especula-se que Sidney Samson é um dos próximos anunciados. (yn)

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Tommy Love é confirmado na Spirit Fantasy da Energia 97fm

O dj e produtor Tommy Love, é mais uma das atrações confirmadas para a Spirit Fantasy (nova edição da Spirit of London) em outubro no Anhembi.

O tradicional evento promovido pela rádio Energia 97fm, voltará para o Sambódromo do Anhembi com um line-up de peso. Levando em conta que o line completo ainda não foi divulgado, pelos primeiros nomes anunciados podemos ver que o festival promete. Além de super dj´s, a Spirit recebe o cantor Flo Rida, mega hitmaker e especialista no electro-pop-farofa que domina as rádios ultimamente.

Mas a Spirit também conta com nomes como Mau Mau, Mixhell, Carlo Dall´anese, Adriano Pagani, Ronaldinho, Dimy Soler,  Mync, Mario Fischetti, Tiko´s Groove, Lorena Simpson, Bill Hallquist, João Neto e Mastiksoul.

E ainda tem o Dirty Loud!

Ainda faltam nomes mas, a gente já pode ficar na expectativa né?

Só não entendi a mega divulgação em cima do Flo Rida, sendo que a prévia do line-up divulgado, é beeem mais interessante do que o cantor.

Posso sugerir?

Dimitri Vegas & Like Mike e Roger Sanchez.

Sem mais.

Energia 97fm divulga line-up completo da Spirt White 2012

Fique Ligado! Na Spirit Stage as atrações mais bacanas são Antonio Eudi, Deniz Koyu, R3hab e Anderson Noise.

Fique Ligado! Na pista Amnesia presents ”People from Ibiza” os grandes destaques são Adriano Pagani, Goodwill, Bassjackers e Renato Cohen.

Fique Ligado! Na Freedom tem Will Beats, Robson Mouse, Nick Corlaine, Nacho Chapado e Filipe Guerra!

Novo local e grandes dj´s! O preço continua o mesmo, e corra porque o 1º lote da Pista Premium já foi embora!

A gente se vê por lá!

Maiores informações em http://www.spiritoflondon.com.br

 

 

Energia 97fm divulga primeiras atrações da Spirit of London 2012

A rádio Energia 97fm divulgou nos últimos dias, as primeiras atrações internacionais da Spirit of London, que neste ano muda do tradicional Sambódromo do Anhembi para o Memorial da América Latina e rola no dia 07 de julho. Depois  da última edição intitulada de ”Evolution” a organização optou por transferir o evento para a Barra Funda e voltar para a temática ”White”. O line-up brasileiro ainda não foi divulgada, segundo a rádio os nomes serão divulgados na próxima semana.

Os primeiros dj´s anunciados foram Sak Noel dos hits (?) Loca People e Paso, Deniz Koyu da ótima ”Tung”, R3hab pupilo de Afrojack autor de ”Sending my love” e ”Prutataaa” e Goodwill de ”Take you higher”.

Exceto por Sak Noel (que será a mesma coisa que Dan Balan foi em 2011 ou seja, um porre!) e Goodwill que nunca ouvi falar, Deniz Koyu e R3hab já me acende o desejo de ir conferir essa edição no Memorial.

Alias o post sobre a Spirit White de 2011 foi o que rendeu mais comentários!

Comentários que renderam boas risadas!!!

Clique aqui para ler!

Cronologia dos últimos 30 da noite paulista

Interessante compartilhar!

AFolha de Sao Paulo fez uma cronologia bem legal. Pena que deixaram de lado a Circuito que deu origem ao Clash Club e a extinta Parada da Paz, o mais próximo que chegamos da Love Parade da Alemanha (se é que podemos comparar…) e também o Lov.e por São Paulo.

E temos que salientar a importância da Rádio Energia 97fm, que trouxe os festivais Clubtronic Live e a Spirit of London, dentro de um calendário sem opções de entretenimento do seguimento de música eletrônica.

Se hoje temos a Virada Cultural que dedica espaços a nossa cultura de e-music, devemos agradecer aos dj´s, produtores, promoters, donos de casas noturna, que há muito tempo atrás investiram nessa cultura.

Falta muita gente aí, mas vale a pena dar uma conferida.

Nos anos 1980, o preto era cor obrigatória no figurino de quem frequentava o cenário underground. Nos anos 1990, o ecstasy invadiu as primeiras pistas que investiram em música eletrônica. E, na última década, a noite paulistana ferveu com festivais, festas itinerantes, a reocupação da rua Augusta e o impulso de uma nova geração de produtores e músicos empenhados em divulgar uma multiplicidade de ritmos e gêneros sonoros.

Esse é um resumo do resumo de um fenômeno que não tem fim: o da noite paulistana. A linha do tempo que segue nas próximas páginas resgata alguns dos principais fatos ligados à evolução da balada nas três últimas décadas.

Arquivo Folha
Ícone da noite paulistana, a Gallery, era frequentada por celebridades e endinheirados
Ícone da noite paulistana, a Gallery surgiu em 1979 e era frequentada por celebridades e por endinheirados

1979 – Famosos e ricos se encontram na Gallery No ano em que a novela “Dancin’ Days” foi exibida pela Globo, São Paulo ganhou um ícone da noite: a Gallery, frequentada por celebridades e endinheirados. A atriz Vera Fischer e o roqueiro Cazuza são artistas que passaram por lá. Foi a primeira casa do empresário José Victor Oliva, na época com 23 anos. Nos anos 80, ele abriu ainda os clubes Banana Café, Moinho Santo Antônio e Resumo da Ópera. Acabou ganhando um apelido: o “rei”da noite.

1983 – Madame Satã abre alas para a cena underground As gangues dos Carecas do ABC e turmas de punks transformavam a inquietação juvenil em brigas de rua. Mas, no Madame Satã, eles pareciam conviver pacificamente, na companhia de góticos e artistas. Dentro desse caldeirão, dançava-se ao som da banda The Cure, declamava-se Rimbaud. Em 1983, Madonna lançou seu primeiro álbum.

1987 – Up&Down atrai jovens e adolescentes A Up&Down abriu na rua Pamplona, nos Jardins. Foi uma das primeiras baladas a investir em iluminação psicodélica. Menores de idade entravam com facilidade na casa, que virou reduto teen. O ano também tem como marca a abertura, no largo da Batata, do Aeroanta, casa de shows que investia no rock nacional. Seu palco recebeu bandas como Camisa de Vênus e Mundo Livre S/A. Lá, Cazuza lançou, em São Paulo, o álbum “Ideologia” (1988), dirigido por Ney Matogrosso.

1988 – Nation investe em pop e eletrônica O Madame Satã ainda funcionava, mas boa parte do público underground já havia migrado para a Nation, na rua Augusta. Menos soturnas, as festas da casa eram marcadas pelas performances dos DJs Mauro Borges e Renato Lopes, que apresentavam músicas de Kylie Minogue e Madonna. Ali, o pop brasileiro (ou ao menos a música para pista) tem um ímpeto de nacionalização. O hit “Que Fim Levou o Robin?”, de Mauro Borges, chegou a ser tocado no programa “Viva a Noite”, de Gugu Liberato (SBT).

1989 – Legião lança o disco “As Quatro Estações” Enquanto o acid house, ritmo de Detroit que pegou com força em Londres, não chegava ao Brasil, a faixa “Maurício”, do álbum “As Quatro Estações”, da banda Legião Urbana, virou hit de pista. O inglês Morrissey, dos Smiths, já fazia carreira solo e influenciava bandas nacionais. O grupo Nirvana lança seu primeiro álbum, “Bleach”, pela gravadora independente SubPop. O estilo e a moda grunge, em São Paulo, davam seus primeiros passos.

1991 – Massivo vira ícone GLS A cena gay ganhou um reduto que marcou época: o Massivo, nos Jardins, foi porta para a música eletrônica, embora desse espaço para Michael Jackson e Sidney Magal. O performer Johnny Luxo, que recebia convidados na porta, surgiu como símbolo da união entre noite e moda. Anos depois, se tornaria modelo de um jovem estilista, Alexandre Herchcovitch. Os DJs Julião e Marky Mark começaram a tocar na Sound Factory, na zona leste, ritmos até então pouco conhecidos, como o drum and bass.

Alexandre Rezende/Folhapress
Erika Palomino dos corredores da Bienal
Erika Palomino nos corredores da Bienal durante a SPFW; coluna “Noite Ilustrada” estreou na Folha em 1992

1992 – Folha lança “Noite Ilustrada”, Coluna de Erika Palomino Com bandas e DJs, o L&M Music inaugurou o conceito de rave urbana no estádio do Pacaembu. A coluna “Noite Ilustrada”, de Erika Palomino, foi lançada na Folha. Madonna colocou nas lojas de discos o LP “Erotica”, um álbum pós-punk sobre o amor. Gays ganharam uma nova casa, a Sra. Krawitz, que apostou suas fichas em um gênero mais pesado e menos pop: o techno.

1994 – O primeiro after-hours A carinha feliz do Smile se tornou símbolo da cultura do acid house e inspirou a criação de uma outra imagem, um solzinho rodeado de pernas. Era o logo do Hell’s, festa criada pelos DJs Gil Barbara, Mau Mau e Pil Marques. Considerado o primeiro “after” da cidade, a festa começava às 4h, no Columbia, nos Jardins. Ali, o ecstasy deu cores a uma nova cultura, e o preto perdeu espaço. O tênis All Star voltou à moda, em parte porque foi visto no pé do vocalista da banda Nirvana, Kurt Cobain, que se matou neste mesmo ano.

1995 – DJ francês Laurent Garnier em São Paulo Endeusado por clubbers, o DJ francês Laurent Garnier faz sua primeira passagem pela noite paulistana. Ele tocou no Latino e no Sound Factory e apresentou-se no Hell’s. O DJ, que procurava novos públicos depois de ter uma carreira ovacionada em Detroit e na França, apresentou um set tão importante para a noite de São Paulo quanto para ele próprio. Algo que deixou registrado na biografia escrita pelo jornalista David Brun-Lambert. Em 1995, a Vila Madalena ganhou um reduto que fez história entre roqueiros: o bar Matrix.

1996 – Zona Leste ganha casa de mauricinhos O Moinho Santo Antônio levou mauricinhos e patricinhas à Mooca. Na casa, Chemical Brothers podia ser ouvido em set que também incluía “Garota Nacional”, do Skank. Um pouco mais distante, o clube Sirena (inaugurado em 1993) tornava-se apêndice da noite paulistana, em Maresias. A música eletrônica deixava de ser uma exclusividade do mundo underground.

Regina Agrella/Folhapress
Parada do Orgulho Gay na avenida Paulista; evento reuniu 2.000 na primeira edição
Parada do Orgulho Gay na avenida Paulista; evento conseguiu reunir 2.000 em sua primeira edição, realizada em 1997

1997 – Primeira Parada Gay Reúne 2.000 pessoas A primeira parada gay, na avenida Paulista, reuniu cerca de 2.000 pessoas. Bandas como Prodigy, Daft Punk e Underworld invadiram a programação da MTV. Em Pinheiros, uma casa escura abriu as portas com o nome de Torre do Dr. Zero. Liderado pelo DJ Bispo e por Positive, a casa foi celeiro de bandas como o CSS (na época chamada de Cansei de Ser Sexy). Num domingo de Páscoa, às 7h, uma batida policial no Hell’s Club, em operação antidroga, leva 400 pessoas para a delegacia. A cultura do ecstasy já andava a todo vapor.

1998 – Lov.e Club & Lounge abre na Vila Olímpia Aberto no Dia dos Namorados, o Lov.e Club & Lounge traz programação variada e vira ponto de encontro de todas as tribos. Às quartas, promovia uma noite de trance. Às quintas, era a vez do drum and bass, em noite comandada pelo DJ Marky Mark, que mais tarde passou a se chamar Marky. Nas sextas, house. De sábado para domingo, rolava o Lov.e Paradise, “after” que selou o encontro entre público hétero e gay.

1999 – Manga rosa abre na Vila Olímpia O Manga Rosa levou a cultura eletrônica para mauricinhos e patricinhas da Vila Olímpia. Um ano antes, o inferninho A Lôca, na rua Frei Caneca, promoveu uma matinê importante para o cenário gay, o Grind, que começava às 19h com sessões de rock “indie”, pop e música punk. A casa Blen Blen reabriu em novo endereço, na Vila Madalena, e tornou-se seleiro de uma nova geração da MPB, que incluiu Otto, Simoninha, Jair Rodrigues e a banda Funk Como Le Gusta, entre outras atrações.

2000 – Skol Beats faz rave urbana em Interlagos Na década anterior, as raves haviam ocupado fazendas, sítios e galpões, seguindo o modelo das festas inglesas. A primeira edição do Skol Beats trouxe esse conceito para o espaço urbano. Realizada no autódromo de Interlagos em junho, recebeu 20 mil pessoas. Ainda que um festival de música eletrônica já tivesse acontecido no Pacaembu, o Skol Beats foi o primeiro grande evento do gênero, apresentando nomes como Paul Oakenfold, Bob Sinclair, DJ Rap, Green, Patife e DJ Marky.

Newton Santos/Hype/Folhapress
Ambiente do clube noturno D-edge, na Barra Funda, zona oeste da cidade
Ambiente do clube noturno D-Edge, na Barra Funda, zona oeste da cidade, eleito em 2009 um dos melhores do mundo

2003 – D-Edge vira referência internacional O DJ Renato Ratier abre o D-Edge no espaço antes ocupado pelo clube Stereo. A casa vira referência pela programação, pelo equipamento de som e ainda pelo grafismo de luzes em painéis eletrônicos nas paredes, no teto e no piso. Em 2009, foi citada pela “DJ Magazine” (bíblia do gênero) como uma das dez melhores casas do mundo. Entrou na rota obrigatória de DJs internacionais, como o chileno Ricardo Villalobos.

2005 – Clube incentiva renovação da Augusta Um clube abre com a força de uma intervenção urbana. Fruto de uma sociedade entre o rockabilly José Tibiriçá e o argentino Facundo Guerra, o Vegas apresentou programação de qualidade, atraiu público e estimulou a ocupação da rua Augusta. Na abertura, a rua era basicamente ocupada por prostitutas, que passaram a dividir espaço com baladeiros. Outros clubes seguiram o exemplo, ocupando o trecho da rua hoje conhecido como Baixo Augusta (entre a rua Consolação e a avenida Paulista). No mesmo ano, mais um reduto roqueiro aparece nos arredores, o intimista Milo Garage.

2009 – Casa de Nova York ganha filial em São Paulo Manga Rosa e Lov.e fecharam as portas, e São Paulo ganhou uma filial da casa nova-iorquina Pink Elephant. Enquanto o eixo Vila Olímpia colecionava baladas de clima internacional, como a Disco e a Mynt Lounge, com seus camarotes patrocinados por rótulos de bebida, o cenário underground paulistano se renovava, no centro, com a inauguração da Voodoohop, uma festa que teve edições tímidas em 2008 e que, em 2009, ocupou um prédio abandonado na avenida São João. Em agosto, uma medida do governo obriga frequentadores e estabelecimentos a mudar um hábito antigo: entra em vigor a lei estadual antifumo, que proíbe fumar em ambientes fechados de uso coletivo como bares e clubes.

Isadora Brant/Folhapress
Movimento Baixo Centro promove a Festa Voodoohop, no Minhocão
Festa Voodoohop ocupa o elevado Costa e Silva, no centro da cidade de São Paulo; evento foi divulgado pelas redes sociais

2010 – MIS lança balada vespertina O Museu da Imagem e do Som promoveu sua primeira Green Sunset, festa gratuita realizada sempre nas tardes de sábado. O evento inicia sem periodicidade, mas, em 2011, se torna mensal. A Green Sunset abriu espaço para um novo tipo de cultura: a de baladas que iniciam um pouco antes do pôr do sol. As primeiras edições foram descontraídas, com baladeiros levando bebidas em caixas de isopor –crianças e cachorros também marcaram presença, numa possível releitura da cultura hippie. Em 2011, o museu passou a cobrar ingressos a R$ 10, para controlar a lotação.

2012 – Voodoohop invade o Minhocão Em março, a festa Voodoohop faz uma grande intervenção urbana. Usa as redes sociais (especialmente o Facebook) para divulgar uma festa gratuita realizada em cima do elevado Presidente Costa e Silva, o Minhocão. Dá continuidade, portanto, à cultura das festas vespertinas, com baladeiros andando de skate, dançando e fazendo performances

Spirit of London Rio?

Claro que sim ném! A cidade do funk agora dá espaço a Spirit of London Rio Edition. Em 14 de outubro, o Vivo Rio recebe um pequena parte do festival mais que tradicional de São Paulo. Chega ao Rio o mega evento de e-music que regularmente ocupa o Sambódromo do Anhembi, em São Paulo. A Evolution, nova versão da Spirit, escolheu o Rio de Janeiro como primeiro destino.

No decorrer de suas edições, o festival tornou-se o maior dos eventos de música eletrônica do Brasil. Nele passaram grandes nomes da  cena mundial como Milk & Sugar, Alex Gaudino, Benny Benassi, Chris Willis (o vocalista do David guetta), Dero, Yves LaRock, Skazi, Dj Antoine e Edward Maya.

Na edição carioca, o line up ficará por conta de:

Internacionais
Infected Mushroom (Coast II Coast Entertainement)

Mark Knight (3Plus)
Wahbba (3 Plus)

Nacionais
Feio

Marcelo CIC
Adriano Pagani
Roger Lyra

Serviço

Data: 14/10/2011(Sábado)
Hora de Início: 23:00h Local: Av. Infante Dom Henrique, 85 | Rio de Janeiro – Vivo Rio
Preços:

Lote Promocional – Meia
Feminino – R$ 40,00
Masculino – R$ 60,00

Lote Promocional – Inteira
Feminino – R$ 80,00
Masculino – R$ 120,00

1º LOTE – Meia
Feminino – R$ 50,00
Masculino – R$ 70,00

1º LOTE – Inteira
Feminino – R$ 100,00
Masculino – R$ 140,00
2º LOTE – Meia
Feminino – R$ 60,00
Masculino – R$ 80,00

2º LOTE – Inteira
Feminino – R$ 120,00
Masculino – R$ 160,00

3º LOTE – Meia
Feminino – R$ 70,00
Masculino – R$ 90,00


3º LOTE – Inteira

Feminino – R$ 140,00
Masculino – R$ 180,00

Área Vip

Promocional – Meia
Feminino – R$ 80,00
Masculino – R$ 100,00

Promocional – Inteira
Feminino – R$ 160,00
Masculino – R$ 200,00

1º lote – Meia
Feminino – R$ 100,00
Masculino – R$ 120,00

1º lote – Inteira
Feminino – R$ 200,00
Masculino – R$ 240,00

2º lote – Meia
Feminino – R$ 120,00
Masculino – R$ 140,00

2º lote – Inteira
Feminino – R$ 240,00
Masculino – R$ 280,00

CAMAROTES

CAMAROTE GOLD
20 CONVITES
2 GARRAFAS DE WHISKY IMPORTADO
2 GARRAFAS DE VODKA IMPORTADA
2 GARRAFAS DE CHAMPAGNE
20 CERVEJAS
20 ENERGETICOS
20 ÁGUAS
R$ 3500,00
20% DE DESCONTO ATÉ 2 DIAS ANTES DO EVENTO
R$ 2800,00

CAMAROTE SILVER
10 CONVITES
1 GARRAFA DE WHISKY IMPORTADO
1 GARRAFA DE VODKA IMPORTADA
1 GARRAFA DE CHAMPAGNE
10 CERVEJAS
10 ENERGETICOS
10 ÁGUAS
R$ 2400,00
20% DE DESCONTO ATÉ 2 DIAS ANTES DO EVENTO
R$ 1900,00

CAMAROTE PLATINUM
6 PESSOAS
1 GARRAFA DE WHISKY IMPORTADO
1 GARRAFA DE CHAMPAGNE
6 CERVEJAS
6 ENERGETICOS
6 ÁGUAS
R$ 1500,00
20% DE DESCONTO ATÉ 2 DIAS ANTES DO EVENTO
R$ 1200,00

Ele está chegando: Hector Fonseca

Requisitado por artistas como Beyoncé e Lady Gaga, o DJ e produtor novaiorquino Hector Fonseca é uma das principais atrações da balada Spirit of London, marcada para o próximo dia 15 de outubro, no Sambódromo do Anhembi, com Bingo Players, Mowgli e Infected Mushroom, entre outros destaques internacionais.

Fonseca nasceu e foi criado em New Jersey. O DJ tem se beneficiado da febre dos remixes, moda inaugurada por artistas como David Guetta e que já rendeu diversas parcerias entre o pop e a música eletrônica.

Além de Gaga, o produtor já colaborou com Katy Perry, Madonna e Britney Spears. Antes disso, foi um bem relacionado modelo e ator, o que lhe rendeu uma estreia grandiosa como DJ, na casa Limelight, uma das mais quentes dos EUA na época.

Em entrevista exclusiva, ele conta mais sobre sua carreira e deixa o recado: “Estou muito ansioso para voltar a São Paulo, uma de minhas cidades favoritas”.

Você inaugurou um estilo, o tribal. Como surgiu a ideia?
HECTOR FONSECA – Quando comecei, o electro [house] era popular nas casas noturnas e o tribal [house] funcionava no meio fashion, nos desfiles. Minha intenção era reunir esses dois públicos, que estavam separados já há algum tempo. Soube que havia dado certo quando passei a receber músicas de outras pessoas que seguiam a mesma linha.

E hoje, você continua a investir nessa mescla?
HECTOR FONSECA – Estou trabalhando em um novo som, uma junção do tribal de Nova York com uma sonoridade espanhola e com o house mais clássico. É algo que já tem aparecido nos meus últimos remixes, com os de Beyoncé e Lady Gaga [“Best Thing I Never Had” e “Born This Way”, respectivamente].

Como começaram a surgir pedidos de remixes para artistas como esses?
HECTOR FONSECA – O trabalho com os grande artistas veio após algumas produções para grandes selos [Star 69, Nervous C, Tommy Boy e Chumbomundo], quando comecei a ganhar reputação. Simplesmente foi crescendo e crescendo. Hoje recebo mais propostas do que consigo atender.

Como é trabalhar para um popstar?
HECTOR FONSECA – Eles geralmente precisam do remix para já. Quando algum agente de Lady Gaga liga, tenho de parar o que estiver fazendo, 

Como você lida com pistas diferentes em várias partes do mundo?

HECTOR FONSECA – O house transcende diferenças culturais. Em São Paulo, é mais forte enquanto, em Pequim, é mais progressivo. Esse tipo de informação a gente recebe de DJs amigos, que mostram o que está tocando nas cidades. De qualquer forma, não deixo de ser verdadeiro, é uma questão de selecionar as faixas corretas.

Você sofreu algum preconceito por ter pais latinos?
HECTOR FONSECA – Minhas raízes acabaram ajudando. As pessoas respeitam nossa paixão [dos latinos] pela música. Quando era pequeno, sábado à noite era hora de sentar e ouvir a discos em nossa família. Ouvíamos de tudo: Madonna, samba, disco e outros estilos.

Vi aqui

 

 

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