SFX compra 50% do Rock In Rio

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A SFX Entertainment (a maior produtora de festivais de música eletrônica do mundo), gigante americana da produção de shows e entretenimento digital, anunciou a compra, por por R$ 150 milhões, de 50% do controle do festival Rock in Rio. Anunciada em novembro do ano passado, a transação ainda não havia tido seus valores divulgados.

Segundo comunicado divulgado pelas empresas, o principal objetivo da nova holding é expandir internacionalmente o evento, principalmente para os Estados Unidos, onde a primeira edição será realizada em 2015.

Especializada em eventos voltados à música eletrônica, a SFX organiza os festivais “Tomorrowland”, “TomorrowWorld”, “Mysteryland” e “Sensation”. De acordo com a nota, o principal objetivo da nova holding é expandir internacionalmente o evento, principalmente para os Estados Unidos, onde a primeira edição será realizada em 2015. Os executivos não informaram, no entanto, se o festival, que já conta com palcos voltados à música eletrônica, irá agora privilegiar o estilo.

A outra metade da empresa que detém os ativos do festival, a Rock World, ficará com seu fundador, Roberto Medina, e com a IMX, companhia de entretenimento de Eike Batista, que reduzirá sua partipação acionária de 50% para 20%. Medina será mantido como sócio e gestor do Rock in Rio.

Segundo Roberto Medina, a parceria ajudará ao festival se adaptar à era das novas tenologias. “Nossos patrocinadores terão uma plataforma ainda melhor para a exibição de suas marcas nos Estados Unidos, assim como já acontece nos países onde o Rock in Rio é realizado, onde o festival é a principal ferramenta de comunicação das marcas parceiras”, afirma no comunicado.

“A música eletrônica tem se estabelecido entre os festivais de música moderna e esperamos que essa tendência cresça para divulgarmos ainda mais os DJs e produtores na nossa rede”, diz o presidente da SFX, Robert FX Sillerman.

Via Uol.Com.br

SFX Entertainment compra 50% do Rock in Rio

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Ele prometeu e ele cumpriu! A SFX de Robert Sillerman chegou ao Brasil!Lembra desse post aqui?

O Rock in Rio anunciou na noite desta quinta-feira 21 a assinatura de acordo de venda de 50% de seus ativos para a norte-americana SFX Entertainment, que tem entre seus sócios o Grupo WPP. O principal objetivo do negócio é expandir o evento criado por Roberto Medina para outros países, especialmente os Estados Unidos, onde a primeira edição está marcada para 2015. Medina será mantido como sócio e gestor da empresa.

Para viabilizar a entrada da SFX, será criada uma nova holding para controlar todas operações do Rock in Rio, na qual a empresa norte-americana terá 50% de participação. Esta holding passa a deter os ativos da Rock World, controladora atual do Rock in Rio, na qual a IMX, de Eike Batista e da multinacional IMG, continua sócia. Entretanto, com a entrada da SFX, a participação acionária da IMX no composto de todos os ativos do Rock in Rio será reduzida.

A expectativa do mercado era a da retirada da sociedade da IMX, que tornou-se sócia do Rock in Rio em maio de 2012. A venda da IMX e do Rock in Rio seriam possibilidades para ajudar o grupo de Eike a enfrentar suas atuais dificuldades financeiras.

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“A parceria com a SFX nos permitirá acelerar o crescimento de nossa marca em novos territórios, além de possibilitar uma mudança de foco em uma era digital. Com a SFX, firmamos o compromisso no desenvolvimento de uma plataforma integrada de soluções de última geração, e acreditamos que nossa velocidade de crescimento será expressiva. Nossos patrocinadores terão uma plataforma ainda melhor para a exibição de suas marcas nos Estados Unidos, assim como já acontece nos países onde o Rock in Rio é realizado, onde o festival é a principal ferramenta de comunicação das marcas parceiras”, declara Roberto Medina, em comunicado oficial.

Criado em 1985, o Rock in Rio já realizou 13 edições, sendo cinco no Brasil (1985, 1991, 2001, 2011 e 2013), cinco em Portugal (2004, 2006, 2008, 2010 e 2012) e três na Espanha (2008, 2010 e 2012). Informações oficiais dão conta de que ao longo desses 28 anos o investimento na marca ultrapassou US$ 495 milhões. Já estão confirmadas novas edições para Lisboa, em 2014, e Rio de Janeiro, em 2015, quando o evento irá comemorar 30 anos.

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Com sede em Nova York, a SFX foi fundada na década de 1990 pelo empresário de mídia Robert FX Sillerman, então controlador de emissoras de TV e rádio. No ano 2000, Sillerman vendeu a companhia por estimados US$ 4,4 bilhões para a Clear Channel, que a absorveu em sua área de entretenimento. Posteriormente, houve um spin-off que transformou a Clear Channel Entertainment na atual Live Nation (dona da Ticketmaster, entre outras propriedades). Em 2012, Sillerman retomou a marca SFX e passou a adquirir diversas empresas especializadas em produção e promoção de eventos ao vivo, especialmente de música eletrônica, mas com interesses também em mídia digital e mobile.

“Embora seja uma grande oportunidade para ajudar a fazer crescer a marca Rock in Rio, utilizando nossa rede internacional, é também uma oportunidade de aprender com a experiência operacional e comercial do Roberto Medina e do Rock in Rio, que são fenômenos globais. A música eletrônica tem se estabelecido entre os festivais de música moderna e esperamos que essa tendência cresça para divulgarmos ainda mais os DJs e produtores na nossa rede”, frisa Robert FX Sillerman, presidente e CEO da SFX Entertainment, responsável por eventos como Tomorrowland, TomorrowWorld, Mysteryland, Sensation, Stereosonic, Zoo Elétrica e Disco Donnie.

Em março, o Grupo WPP comprou parte da SFX por estimados US$ 10 milhões. “O desafio de navegar através da mídia digital e social é difícil para os clientes. Acreditamos que essa parceria pode desenvolver ainda mais as capacidades de conteúdo do WPP, particularmente nos novos meios de comunicação no segmento de consumo da juventude”, destacou, na ocasião, o CEO do WPP, Martin Sorrell. Em outrubro, a SFX concluiu a compra de 100% da holandesa ID&T, que tem escritório no Brasil, é dona do festival Tomorrowland e na qual a norte-americana já era majoritária desde março. Em fevereiro, a SFX já havia comprado a loja de música online Beatport. E, em outubro, a companhia de Robert FX Sillerman fez seu IPO na NASDAQ.

Vi aqui e em várias mentions no @remixabrasil

Produtora Live Nation pode comprar a Insomniac por $50 milhões de doláres

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Pasquale Rotella, dono da Insomniac, pretende mudar o rumo de seus negócios em 2013, a venda da empresa é apenas o primeiro passo.

De acordo com o Wall Street Journal, a negociação está bem próxima de se concretizar. Embora nem a Insomniac ou Live Nation comentou algo, “as pessoas próximas ao assunto” estão dizendo que a Live Nation poderia pagar algo em torno de  $ 50 milhões de doláres para ter uma participação de 50% na Insomniac, e para quem não sabe, ela é a produtora de eventos como o Electric Daisy Carnival,Escape e Nocturnal Worderland e Beyond Worderland.

Parece que a Live Nation quer entrar com tudo no mundo da música eletrônica mas o que corre é que a SFX Entertainment (que agora possui o Beatport e está focado na compra de empresas do seguimento de e-music) está na briga pela compra da  Insomniac por US $ 100 milhões de dólares!!!

Guerra das grandes. Quem ganha?

O público.

Depois do Beatport, SFX compra a IT&T, produtora da Tomorrowland e Sensation

Tomorrowland

Depois de adquirir o Beatport, Robert Sillerman da SFX parece que realmente vai construir seu império da música eletrônica! O cara acaba de adquirir a ID&T, produtora de festivais como Tomorrowland (agora Tomorroworld) e a Sensation junto da marca Mysteryland.

A SFX adquiriu 75% da empresa, no valor de aproximadamente US$ 136 milhões. ID & T é uma produtora de Amsterdã e funciona como uma empresa privada que produz eventos na Europa e em todo o mundo há mais de 20 anos. Robert F.X. Sillerman, presidente e CEO da SFX Entertainment, está na vanguarda do negócio.Robert Sillerman

Além de Beatport e ID&T, Sillerman adquiriu uma linha de casas noturnas em Miami, bem como empresas de vários festivais e eventos ao vivo.

A SFX também anunciou na semana passada um investimento de publicidade pesado, estimado em US $ 10 milhões. Ele planeja realizar eventos da  ID & T no Brasil, África do Sul, e talvez no Quênia e na Ásia. Sillerman foi citado em uma entrevista afirmando:

Agora a música eletrônica virou a indústria do entretenimento profissional. Eu estou vendo possibilidades, e eu não vou hesitar. Esse é o jeito que temos que fazer e vamos ir por esse caminho. “

Uhuuuulll! O Brasil está nos planos do rei da música eletrônica!

Pelo menos Robert, teve a capacidade de enxergar esse potencial brasileiro. Coisa que muito empresário brazuca não tem, a única coisa que passa pela cabeça dos daqui, é enfiar sub-celebridade na cabine.

Via New York Times

Novo dono do Beatport promete investir alto no Brasil

Beatport Brasil

De acordo com o New York Times Media Decoder, a SFX Entertainment acaba de comprar um pedaço do Beatport por mais de 50 milhões.  O movimento é apenas mais um passo nos planos do CEO Robert Sillerman para construir um império da música eletrônica ou como os gringos costumam chamar de EDMpire. Com um histórico de aquisições como Disco Donnie Presents e Life in Colors, bem como seus investimentos recentes na vida noturna de Miami e no circuito de festivais, a mudança vem como uma pequena surpresa;

“O Beatport nos dá o contato direto com o DJ e permite ver o que é popular e o que não é. O mais importante, é que nos dá uma plataforma massiva para tudo o que for relacionado à EDM.”

O executivo-chefe do Beatport, Matthew Adell disse ao Times que acredita que a união SFX & Beatport pode ajudar a expandir os eventos ao vivo e festivais gigantescos especialmente em mercados em expansão, como Índia e Brasil.

Uhull! Brasil na rota! Até que enfim, alguém da gringa nos enxergou já que os nativos pouco se importam…