Rusko assina com a gravadora de Skrillex

Rusko

O britânico Rusko assinou com a gravadora de Skrillex, OWSLA. O nome da gravadora, para quem não sabe, vem do livro “Watership Down”. Além de Rusko, Skream, Sub Focus, Alex Metric e Blood Diamonds também compõem o artístico da gravadora.

Para comemorar o contrato com a nova gravadora, ele liberou a primeira música de seu EP, previsto para o dia 2 de julho, para ouvir clique aqui e conheça a track “Take Off”

“Cresci ouvindo bateria, baixo e ‘jungle music’. Senti que era hora de refletir isso em minhas próprias músicas. Para mim, essa é a definição de música que vem do coração.”, Rusko contou para a Rolling Stone.

Rusko lançou seu segundo álbum, “Songs”, em março do ano passado, seguido por um EP colaborativo com Cypress Hill em junho. Skrillex, por sua vez, está compondo em parceria com Diplo formando a dupla Jack U!

Não conhece Rusko? No problems!

Ouça abaixo:

Adaptado do Portal Yahoo

Lollapalooza divulga line-up da edição de 2013

E no melhor estilo “tem pra todo mundo”, até o momento já é um dos melhores line-ups de festivais brasileiros.

Desde o electro de Deadmau5 até a disco do Boss in Drama, o line-up de música eletrônica conta com 17 artistas sendo 7 brazucas!

Em 2013, o Lollapalooza traz nomes como Porter Robinson, Madeon, Kaskade, Knife Party, Hot Chip, Major Lazer, Gui Boratto, Zeds Dead, Rusko, Mix Hell, Dirty Loud, Wehbba, Database e Bruno Barudi.

E claro que tem aquelas bandinhas indie-electro-farofa-hands-up-hispter…

Mesmo assim, já pode fazer empréstimo?

E amanhã, a pré-venda está liberada, então corra pra se cadastrar no site do Lollapalooza para garantir seu ingresso para esse mega festival!

Corre lá http://www.lollapaloozabr.com/tickets-ga

Cá pra nós, se o line do Lollapalooza tá desse jeito…

Imagina só o do Rock in Rio, UMF e do Tomorrowland Brasil (que por enquanto está no só no boato…).

Como diz minha amiga @nandameik:

Bom gosto… tá tendo!

Valeu a dica @emerson_1914

A nova cara da música eletrônica

Todo mundo sabe da importância do dubstep para a música eletrônica atual. Daí que o assunto virou capa da Ilustrada (02/11/11) , que você vê acima, e o texto vai aqui abaixo, reproduzido com pequenas alterações da versão que saiu no jornal.

Mistura de gêneros renova a eletrônica e atrai público maior

Retrato mais fiel da geração 90, o seriado “Beavis e Butt-Head” ecoou as tendências musicais daquela década e ajudou a consagrar algumas delas, como Faith No More, White Zombie e Nirvana.

Na semana passada, a série voltou e, no lugar das bandas roqueiras favoritas da dupla, estavam os eletrônicos MGMT, LMFAO e Skrillex.

Beavis e Butt-Head não se converteram, tampouco deixaram de ecoar com fidelidade a juventude dos EUA. Ainda gostam de rock e usam suas camisetas do AC/DC e do Metallica, mas agora ouvem música eletrônica também.
Em parte, esse retorno da juventude americana ao gênero pode ser creditado a uma nova geração de artistas que agora reinventa o estilo a partir de sua mistura com ritmos africanos, jazz, rock, pop e hip hop.

O experimentalismo está em voga, seja com produtores veteranos, como o britânico Matthew Herbert – que acaba de lançar um disco feito a partir de sons de porcos -, seja com novos nomes.

Entre eles, Flying Lotus, que esteve em São Paulo em agosto e cria um som que se aproxima do hip hop e também do jazz. Seu disco, “Cosmograma”, entrou nas listas de melhores de 2010 e tinha participação de Thom Yorke, líder do grupo Radiohead.

Outra onda é a chamada “chillwave”, eletrônica de atmosfera viajante que dificilmente empolgaria a pista de um clube. O produtor norte-americano Chazwick Bundick, mais conhecido como Toro y Moi, é um dos expoentes do gênero e toca no festival Planeta Terra, neste sábado, em São Paulo.

No disco “Underneath the Pine”, deste ano, ele mescla disco, funk, soul e house. “Minhas influências são Talking Heads, a década de 70 e o hip hop dos anos 80”, disse Bundick à Folha.

Além dele, outra atração do festival que mistura estilos é o Gang Gang Dance.

MÚSICA DE MASSA

Nesse ano, enquanto o festival californiano de rock Coachella encolheu seu público em cerca de 5.000 ingressos, indo neste ano para 75 mil pessoas, o eletrônico Ultra Music Festival, em Miami, passou de 100 para 150 mil pessoas.

“Quando alguns DJs começaram a flertar com o pop e o rock, fizeram da eletrônica uma música de massa“, avalia Coy Freitas, curador do festival Planeta Terra e da versão brasileira do UMF.

Texto originalmente publicado na Folha de São Paulo de 02 de novembro de 2011.

Não é à toa que Skrillex, principal nome da geração, foi chamado de Zelig – o personagem camaleão de Woody Allen – pela revista “Spin”. “A eletrônica não é um gênero, é uma plataforma”, disse ele à publicação americana.

Skrillex é Sonny Moore, 23, ex- líder da banda emo From First to Last, que largou tudo e se reinventou na eletrônica.

Hoje, seu som mistura electro, rock e pop, além, é claro, do dubstep – gênero de batidas recortadas criado no Reino Unido nos anos 90 que adquiriu proporções gigantescas ao cruzar o Atlântico e foi parar até nos discos de Rihanna e Britney Spears.

“O dubstep é, hoje, o gênero que mais atrai gente nova para a música eletrônica”, opina Freitas.

Logo de cara, em sua primeira edição, o UMF brasileiro vai apostar em uma atração de dubstep: o duo londrino Nero, composto por Daniel Stephens e Joe Ray e que esteve na lista BBC Sound of 2011 e hoje é BEM grande no Reino Unido.

E soube que o festival queria trazer SBTRKT, mas não conseguiu fazer bater as datas de agenda do mascarado. Quem sabe numa próxima?

Texto originalmente publicado na Folha de São Paulo de 02 de novembro de 2011.

E ainda rolam especulações de que em 2012 (se o mundo não acabar) Skrillex (agosto) e Rusko(janeiro) desembarcam no Brasil.

O negócio é esperar. E mudando de assunto….o Brasil virou rota dos mega Dj´s, isso é fato!Podemos ver pelos grandes festivais como a XXXperience, SWU,Spirit of London, Rock in Rio que em sua última edição trouxe grandes nomes internacionais e nacionais, Planeta Terra e o próprio UMF.

Alguém duvida que 2012 tem tudo para ser o ano dos Dj´s internacionais no Brasil?

UPDATE: A gente já apresentou o Boss Bass um dos representantes do Dubstep brasileiro ! Clique aqui