Os 12 Dj´s mais rico$ do mundo!

Calvin Harris

Calvin Harris – $46 milhões

tiesto

Tiësto – $32 milhões

David Guetta

David Guetta – $30 milhões

SHM

Swedish House Mafia – $25 milhões

dead5

Deadmau5 – $21 milhões

avicii

Avicii – $20 milhões

afrojack

Afrojack – $18 milhões

armin

Armin Van Buuren – $17 milhões

skrillex

Skrillex – $16 milhões

kaskade

Kaskade – $16 milhões

steve aoki

Steve Aoki – $14 milhões

djpaulyd

Pauly D – $13 milhões

#iNgualzinho #sqn

guile

dIPLO

Diplo – $13 milhões

Via Forbes

Tiësto lidera lista da ‘Forbes’ de DJs mais bem pagos do mundo

Cerca de US$ 22 milhões (R$ 44,9 milhões). Esse foi o faturamento do holandês Tiësto que está no topo do ranking dos DJs mais bem pagos nos últimos 12 meses. O levantamento foi realizado pela revista norte-americana Forbes que divulgou os dados nesta quinta-feira (2). De acordo com a publicação, Tiësto ganha uma média de US$ 250 mil (cerca de R$ 510 mil) por apresentação.

No segundo lugar da lista ficou o americano Skrillex, vencedor de 3 Grammys. Ele ganhou US$ 15 milhões no período. Em 3º lugar vem o trio Swedish House Mafia, com US$ 14 milhões. O grupo anunciou em junho deste ano que a atual turnê será a sua última.

Os nomes David Guetta (US$ 13,5 milhões), Steve Aoki (US$ 12 milhões) e Deadmau5 (US$ 11,5 milhões) também figuram no ranking.

Via Estadão

Forbes afirma que Brasil é o país da música eletrônica

Se eu ganhasse dinheiro com as minhas previsões eu já estaria rica! Muito rica por sinal!

A Forbes publicou um artigo em seu site, onde declara que o Brasil é o país da música eletrônica, com o título: Esqueça a Bossa Nova, o colunista Anderson Antunes afirma o seguinte:

Quando você pensa em Brasil, você pode pensar como o berço de gêneros musicais sul-americanos como o samba ou bossa nova. Mas, nos últimos anos, o Brasil tornou-se uma das mecas da música eletrônica também.

De acordo com um estudo encomendado pelos organizadores do RMC, o maior encontro de música eletrônica e entretenimento no Hemisfério Sul, ”os vendedores de bilhetes” ganharam  515 milhões dólares para eventos de música eletrônica em 2011 , até 56,64% em relação ao ano anterior. Além disso, o estudo mostra que o segmento de e-music no Brasil, atingiu uma audiência de 19,5 milhões de pessoas no ano passado, que passou outro 626 milhões dólares em itens de alojamento, alimentação, transporte e outros. Investimentos de patrocínio, a nata da cultura para esses eventos, também foi até US $ 270 milhões, um aumento de 60% em relação a 2010.

Vale lembrar que 10 casas noturnas brasileiras, estão entre os mais votados (e bem colocados) da lista de ”Best Clubs” da Dj Mag e de outras publicações especializadas. No artigo, o colunista cita o Club Disco de propriedade de Marcos Mion, apresentador da TV Record, o D-Edge do Renato Ratier,  Green Valley e o Warung de Santa Catarina (pohaannn Forbes cadê a Clash e a The Week?)

O texto ainda afirma que PACHA GROUP pretende inaugurar mais uma casa em Florianópolis, considerada pelos gringos, como a capital da e-music brasileira (Oi?).

Os números confirmam o quanto a música eletrônica vem crescendo nos últimos anos, o Green Valley  já chegou a ter um faturamento de quase 1 mihão por noite (#táboa!).

Creamfields Brasil 2012

Isso sem contarmos o público que frequenta os badalados festivais de música eletrônica! Nesse ponto, falando sobre a cidade de São Paulo, ouso dizer que a Spirit Of London da Rádio Energia 97, abriu as portas para esse público que suplicava por festas com longa duração (que não fossem raves em outras cidades distantes) e nomes de peso. Sim, hoje não está tão forte quanto antigamente, mas me lembro que há uns 4 anos atrás, a única opção para os amantes da e-music era a Spirit. Talvez pela facilidade no acesso. 

Até então vista como uma sonoridade urbana e underground, a música eletrônica nos últimos anos ganhou espaço até nas cidades mais distantes dos pólos noturnos ou das grandes capitais.

A música eletrônica veio para  tomar os corações e as mentes dos jovens de todo o mundo há algum tempo. Originário das áreas urbanas de Chicago e Detroit há mais de 30 anos, o conceito foi projetado para remontar faixas da disco music ou simples faixas mundanas e dar-lhes maior apelo para quem está cansado de ouvir música sobre corações partidos, e prometendo um novo mundo a partir dos sons emitidos pelos sintetizadores.

No Brasil, os números provam que a festa está apenas começando.

Texto original aqui