Diplo, A-Trak e Skrillex: ”Who´s Bad?”

Quando três feras se juntam, vem coisa boa na certa. É isso que o público pode esperar da união de Diplo, A-Trak e Skrillex (foto). O trio se reuniu pra remixar o hit Bad, de Michael Jackson.

A ação é pra celebrar os 25 anos do disco Bad e faz parte da campanha Live for Now, armada pela Pepsi. O lançamento vai rolar em uma edição especial do refrigerante, que vai trazer um código especial, com o qual o público vai poder fazer o download da track. A campanha deve ainda contar com participação de outros artistas consagrados.

Skrillex, Diplo e A-Trak são três dos nomes mais bacanas da cena gringa. Um dos cabeças da atual onda dubstep, Skrillex deu o ar da graça no país em abril último, quando se apresentou no Lollapalooza Brasil. O americano Diplo é conhecido por seus trabalhos com a anglo-cingalesa M.I.A. e com o funk carioca. Por fim, o canadense A-Trak (Alain Macklovitch) é irmão de David Macklovitch, do Chromeo. Responsável pelo label Fool’s Gold Records, A-Trak já trabalhou com Kanye West e criou o projeto Duck Sauce, em parceria com Armand Van Helden, que emplacou nas paradas radiofônicas do planeta o grudento hit Barbra Streisand.

Vish…remix de ”80´s big hit”, será que sai coisa boa?

É o que todo mundo espera!

Vi aqui

O que tem de cultura na Virada Cultural?

Público presente na Praça Alfredo Issa, na LUZ, durante a Virada Cultural 2012 Leia mais

Essa mesma questão foi levantada no último domingo por diversos manifestantes, que percorreram as ruas do Centro indagando o suposto ‘’esquecimento’’ do Centenário de Luiz Gonzaga, o rei do forró pela organização da Virada vulgo Spturismo. Nenhum palco ou intervenção artística foi dedicado ao cantor. Penso o mesmo em relação a e-music. Segundo informações, até as 18:45 do sábado, os palcos não haviam sido montados. Nenhum palco foi verdadeiramente dedicado à música eletrônica. O que se viu e ouviu por lá, foi um verdadeiro show de horrores promovido pela Water Republic e outros Dj´s.

Não posso generalizar, algumas apresentações valeram a Virada inteira como, Mayara Leme, The Kickstarts, Ronaldinho e outros. Mas 85% das atrações ‘’eletrônicas’’ foram verdadeiros fiascos, começando pela ‘’dj’’ Tessália: ou seria sonoplasta? Sabe aquele tempo de festas dos amigos, quando você entregava o controle remoto na mão de um deles pra cuidar da música? Essa foi a única função de Tessália na pista Alfredo Issa, apenas apertar o play, só isso!

Meu feedback sincero da Tessália tá aqui, só clicar!

A ex-bbb deu um show de vergonha alheia e um exemplo de como um dj nunca deve se portar. O Mac de Tessália tinha uma única função: decorativa! Ela mal olhava para o público, regulava tantos knobs que até achei que o mixer dela tinha 32654541238579 botões. O set list era uma verdadeira salada musical, Tessália passou pelo dutch, dubstep e electro, com as piores tracks do planeta e com versões toscas de hits do rádio. Diferente de Mayara Leme. A garota tem energia de sobra e simpatia na mesma medida. Mayara tinha o setlist mais comercial que já ouvi na vida, mas curti o que vi e ouvi.

Desde o começo, o lado eletrônico da Virada já causava polêmica pelo fato de ter sido alocado em pontos perigosos da região chamada de Nova Luz. Foi pior do que pude imaginar a distância de um palco para o outro era enorme, quem se arriscou a ir para as outras pistas, gastava de 30 a 45 minutos na caminhada e falando em riscos, quem fez o percurso foi rezando pra não ser assaltado ou agredido.

Em suma, essa foi a pior edição da Virada Cultural.

Porra! Kassab…

#chatiada

A nova cara da música eletrônica

Todo mundo sabe da importância do dubstep para a música eletrônica atual. Daí que o assunto virou capa da Ilustrada (02/11/11) , que você vê acima, e o texto vai aqui abaixo, reproduzido com pequenas alterações da versão que saiu no jornal.

Mistura de gêneros renova a eletrônica e atrai público maior

Retrato mais fiel da geração 90, o seriado “Beavis e Butt-Head” ecoou as tendências musicais daquela década e ajudou a consagrar algumas delas, como Faith No More, White Zombie e Nirvana.

Na semana passada, a série voltou e, no lugar das bandas roqueiras favoritas da dupla, estavam os eletrônicos MGMT, LMFAO e Skrillex.

Beavis e Butt-Head não se converteram, tampouco deixaram de ecoar com fidelidade a juventude dos EUA. Ainda gostam de rock e usam suas camisetas do AC/DC e do Metallica, mas agora ouvem música eletrônica também.
Em parte, esse retorno da juventude americana ao gênero pode ser creditado a uma nova geração de artistas que agora reinventa o estilo a partir de sua mistura com ritmos africanos, jazz, rock, pop e hip hop.

O experimentalismo está em voga, seja com produtores veteranos, como o britânico Matthew Herbert – que acaba de lançar um disco feito a partir de sons de porcos -, seja com novos nomes.

Entre eles, Flying Lotus, que esteve em São Paulo em agosto e cria um som que se aproxima do hip hop e também do jazz. Seu disco, “Cosmograma”, entrou nas listas de melhores de 2010 e tinha participação de Thom Yorke, líder do grupo Radiohead.

Outra onda é a chamada “chillwave”, eletrônica de atmosfera viajante que dificilmente empolgaria a pista de um clube. O produtor norte-americano Chazwick Bundick, mais conhecido como Toro y Moi, é um dos expoentes do gênero e toca no festival Planeta Terra, neste sábado, em São Paulo.

No disco “Underneath the Pine”, deste ano, ele mescla disco, funk, soul e house. “Minhas influências são Talking Heads, a década de 70 e o hip hop dos anos 80”, disse Bundick à Folha.

Além dele, outra atração do festival que mistura estilos é o Gang Gang Dance.

MÚSICA DE MASSA

Nesse ano, enquanto o festival californiano de rock Coachella encolheu seu público em cerca de 5.000 ingressos, indo neste ano para 75 mil pessoas, o eletrônico Ultra Music Festival, em Miami, passou de 100 para 150 mil pessoas.

“Quando alguns DJs começaram a flertar com o pop e o rock, fizeram da eletrônica uma música de massa“, avalia Coy Freitas, curador do festival Planeta Terra e da versão brasileira do UMF.

Texto originalmente publicado na Folha de São Paulo de 02 de novembro de 2011.

Não é à toa que Skrillex, principal nome da geração, foi chamado de Zelig – o personagem camaleão de Woody Allen – pela revista “Spin”. “A eletrônica não é um gênero, é uma plataforma”, disse ele à publicação americana.

Skrillex é Sonny Moore, 23, ex- líder da banda emo From First to Last, que largou tudo e se reinventou na eletrônica.

Hoje, seu som mistura electro, rock e pop, além, é claro, do dubstep – gênero de batidas recortadas criado no Reino Unido nos anos 90 que adquiriu proporções gigantescas ao cruzar o Atlântico e foi parar até nos discos de Rihanna e Britney Spears.

“O dubstep é, hoje, o gênero que mais atrai gente nova para a música eletrônica”, opina Freitas.

Logo de cara, em sua primeira edição, o UMF brasileiro vai apostar em uma atração de dubstep: o duo londrino Nero, composto por Daniel Stephens e Joe Ray e que esteve na lista BBC Sound of 2011 e hoje é BEM grande no Reino Unido.

E soube que o festival queria trazer SBTRKT, mas não conseguiu fazer bater as datas de agenda do mascarado. Quem sabe numa próxima?

Texto originalmente publicado na Folha de São Paulo de 02 de novembro de 2011.

E ainda rolam especulações de que em 2012 (se o mundo não acabar) Skrillex (agosto) e Rusko(janeiro) desembarcam no Brasil.

O negócio é esperar. E mudando de assunto….o Brasil virou rota dos mega Dj´s, isso é fato!Podemos ver pelos grandes festivais como a XXXperience, SWU,Spirit of London, Rock in Rio que em sua última edição trouxe grandes nomes internacionais e nacionais, Planeta Terra e o próprio UMF.

Alguém duvida que 2012 tem tudo para ser o ano dos Dj´s internacionais no Brasil?

UPDATE: A gente já apresentou o Boss Bass um dos representantes do Dubstep brasileiro ! Clique aqui

Conheça o Boss Bass

Modulação é a palavra chave deste projeto que pauta as vertentes eletrônicas.
O futuro da música Pós-revolução Digital é estimular o uso da arte como ferramenta de transformação social.
Boss Bass vem abordando o Universo musical ligado as novas tecnologias que causam mudanças na música mundialmente.
A transformação pela arte através da coragem de quem se manifesta
A revolução através da ação
O futuro da música é agora.
Recortando e colando.
Temos aqui a satisfação e a atitude de quem cria e estimula a sensibilidade humana.

Allan Borges é o dj responsável pelo projeto Boss Bass. Antes de conhecê-lo, você precisa conhecer o DubStep.

Clique aqui

Allan Borges, a.k.a. Boss Bass, é produtor musical com rica experiência em música eletrônica. Em meados de 1995, teve contato com o DJ Péricles Sodré, um dois fundadores do Grupo B.U.M. – Brazilian Underground Movement, com o qual teve maior perspectiva da música eletrônica, conhecendo outros estilos. Passou as primeiras noções de técnicas de mixagem.

Depois, de final de 1999 a2001, começou a mexer com hip-hop, trabalhando com o grupo PINC, Produzindo e Introduzindo Nossa Cultura. Participou de algumas bandas como Balaiada, Facção Letal, Bios, como DJ. Após perder grande parte do material em um assalto em 2003, Allan passou a se dedicar a produção musical, realizando alguns experimentos dentro da música eletrônica, misturando ritmos e estilos, por um bom tempo. Logo depois, formatou o projeto Audio 44, se especializando nos estilos Breakbeat e Drum’n’Bass.

Nessa mesma época voltou a fazer parte do antigo projeto PINC, dessa assinando a produção musical, e foi responsável também pelo projeto do grupo de rap Revolução Mental e Subnúcleos Mc’s. Também integrou o grupo Baixo Guanabara, com a proposta de misturar samba rock e música eletrônica, onde assinava as programações de bateria, samplers, scratch e colagens.

Entre 2006 e 2009, Allan participou da festa Benflogin, como um dos co-produtores e foi um dos idealizadores da festa Yellow Submarine, na qual teve contato maior com a música popular brasileira, ampliando suas influências. Desde 2007, Allan trabalha como videomaker, da mesma forma que produz sua música, através de sampler, loop e colagens, complementando-se como artista de colagem.

2011 começa com foco na produção de dubstep, reunindo suas influências musicais e tendo o Dub como uma das principais. Com forte influência deste estilo musical, o som de Boss Bass provoca sensações singulares, uma atmosfera de ecos, combinações sonoras, alternando com climas sombrios.

Nomes como Congo Natty, Rusko, Kode 9, Barrington Levy, Caspa, Dj Hype, Scientist, Brigadier Jerry e a dupla Ed rush & Optical são algumas das influências de Boss Bass na produção musical. Levantando a bandeira do Do it yourself, Allan está sempre em busca do novo, pesquisando novas tendências e tecnologias, explorando seus conhecimentos e sua vasta experiência no mundo da música para criar algo totalmente diferente e novo dentro do dubstep.

Nas palavras do próprio dj, o projeto resume-se em um CD, três vídeos clipes que já estão na internet.
O cd segue dentro de um tema onde questões são colocadas em reflexão através dos textos no qual cada música representa um sentimento, ou algo a se conquistar e valorizar, assim a obra segue uma ordem evolutiva dentro do que chamo de busca e propagação do amor para todos em todo lugar.
Mesmo sendo um gênero de música eletrônica onde as letras são muito escassas, minha necessidade de manter esse tipo de contato com os ouvintes foi solucionada com os textos do encarte, que leva às pessoas exatamente o tipo de emoção que desejo que aquelas freqüências sonoras passem.
Todo o projeto é de autoria de Allan, músicas, vídeos e o projeto gráfico, mas não por ter um ego elevado e sim pela necessidade de ter esses complementos para o projeto.
Tudo feito com muito sacrifício dentro das limitações, tanto técnicas, quanto financeiras.
O que venho apresentar aqui é o resultado desse trabalho, o álbum Love for Everyone Everywhere.
Temos aqui a satisfação e a atitude de quem cria e estimula a sensibilidade humana.
Aqui se cria algo. Que essa criação nunca pare de se transformar.
Arte Livre.

Passado com esse release? A gente também! E ficamos ainda mais quando ouvimos o cd do Boss Bass e pedimos que, você ajude a divulgar esse trabalho  genuínamente brasileiro!

Baixe o cd gratuitamente aqui:

http://www.mediafire.com/?dvwpsc132vsw6zs

Vamos contribuir para que a cultura da música eletrônica cresça cada vez mais, e não importa a vertente, o que importa é que é música! Música eletrônica.

Conheça mais em:

http://www.wix.com/audio44/bossbass

http://www.myspace.com/audio44

http://soundcloud.com/bossbass

http://www.youtube.com/user/originalbossbass

http://player.soundcloud.com/player.swf?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F19980752 Black Market by bossbass