Swedish House Mafia é capa da revista Billboard

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Quando você pensa em uma camarim, de dj´s ainda, logo entende-se que é um lugar recheado de bebidas alcoólicas, groupies, assessores e muita badalação. Com os membros do Swedish House Mafia é ao contrário, não há nenhum tipo de bebida alcoólica, apenas chá verde e água, cupcakes e uma revista sobre a arte dos “sneakers” com a frase “Para Seb”.

Steve Angello, Axwell Hedfords e Sebastian Ingrosso apresentaram-se como um trio há 6 anos atrás quando tudo o que escrevemos na primeira frase do texto era comum na vida dos suecos no alto de seus 20 anos. Hoje, os membros do já declarado finado Sewdish House Mafia, procuram manter suas vidas “comuns” longe de excentricidades como pais de família e esposos exemplares. Depois desses 6 anos, os suecos já não mais os mesmos assim como a cultura da música eletrônica também não, além de virar algo extremente grandioso e rentável, as histórias da música eletrônica e do SHM estão cruzadas pois os caras cresceram junto desse império que a EDM tornou-se.
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Nada mais justo do que uma capa da Billboard já que os suecos atingiram o disputado top 10 da revista com a “última” track “Don´t worry child”, atingindo o   10º lugar do chart americano. Não se pode dizer que o mesmo vai acontecer com o Baauer que ocupa o primeiro lugar do chart por conta do fenômeno do Harlem Shake, pelo simples fato de que a track é apenas um viral e virais tem dia e hora marcada para morrer na memória da internet. Receberá no mínimo uma menção nas retrospectivas de final de ano.

Diferente do SHM, por mais que muitos torçam o nariz e os haters gonna hate continuem a alfinetá-los por aí, os suecos serão lembrados por conta da revolução ocorrida na música eletrônica em 2010 (viu como as histórias se confundem? 2010 foi o ano de lançamento do single One) por conta dos mega festivais e do espaço aberto em todos os formatos de mídia para a música eletrônica, assim como David Guetta e outros que estavam no topo dos line-ups desses festivais e apresentações. Nunca na história, viu-se tanta devoção por festivais como o Tomorrowland, UMF, EDC e outros, e o SHM estava em todos.

A One Last Tour já tem data e horário para terminar em 2013, as 52 apresentações tiveram seus ingressos vendidos em recorde de tempo. Se a tour já tem data de despedida, o legado do SHM não.

Nada mal para um bando de suecos com nomes estranhos.

O Swedish House Mafia deve muito aos organizadores desses festivais e os festivais também devem muito aos suecos.Foi uma troca de favores que deu certo.

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11 comentários

  1. O problema eh que tem muito bloguezinho fuleiro que acha que a edm resume em Sven Vath e Villalobos, nada contra, mas independente da vertente, é da EDm que estamos falando. Eh a mesma cultura. agora se tem hater que pensa ao contrario entao eh melhor rever os conceitos porque acho que eles estao curtindo outra coisa. e edm que nao eh…

  2. O SHM esta colhendo o que plantou. Eles sao foda sim e gostando ou nao, as pessoas precisam entender que muita coisa na EMUSIC mudou por causa de caras como eles, a hegemonia americana caiu por terra quando eles, guetta e mais um monte de holandeses invadiram os charts e foram e ainda sao headliners dos maiores festivais do mundo. SHM ROCKS!

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