Machines Must Die!

O DJ e produtor mineiro Anderson Noise lança seu novo EP, o Noise Music 033 “Machines Must Die”, que chega às lojas digitais em junho, como o 48º single da carreira do artista. Noise comemora tambem 454 programas de sua Radio Show, a “Radio Noise“, transmitida em 20 estações em 13 diferentes países. No novo EP, estão 11 remixes da faixa título, produzidos por nomes relevantes do cenário techno como Nir Shoshani, Gabriel Rocha, Mau Mau, Luis Nieva, DJ Anna, Davide Marchesiello, Rod B., Claudio Climaco, Glitter e Hollen.

A informação é da Mixmag.

Major Lazer prepara novo álbum

Diplo e Switch estão dando…os últimos retoques ao novo álbum do Major Lazer, que é  responsável pela track ”Pon de Floor”, aquela que é a base de Run the World da Beyónce, que cá pra nós não ficou tão legal assim, achei repetitiva demais. E sem contar que a gente já ouviu ”Pon de Floor” em tudo que é mash-up e remix por aí… Maaasss, Diplo tá com tudo mesmo, o cara tá em tudo que é site, blog, conversa de bar e roda de fofoqueira,nunca ouvi tanto o nome dele por aí…E nessa foto, tem algo que me chama muito a atenção…é só reparar na calça do Switch…Tenso né?Até cuspi o toddynho, e juro que não foi pela cor ”restatiniana” da calça…

Quase dois anos após o lançamento de Guns Don’t Kill People…, a dupla retornou a “terra mãe” Jamaica para dar os últimos tapas em seu segundo disco. Diplo e Switch se internaram por algumas semanas em um estúdio em Kingston e receberam participações de artistas da cena dancehall como Vybz Kartel (que já havia colaborado em “Pon de Floor”) e Jahdan Blakkamoore.

A participação mais inusitada até o momento é da (bela) chanteuse do Dirty Projectors Amber Coffman. A moça aparece no estúdio em vídeo teaser postado no Youtube, que você confere abaixo. Ainda não há informações sobre os vampiros jamaicanos, mas o primeiro single deve estar disponível na próxima semana, e o disco todo muito em breve.

A informação é do Rraurl.com

Um grande DJ: Ricardo Guedes

Há exatamente um ano, o grande Ricardo Guedes nos deixava.

Se você curte dance music e suas vertentes, curte a cultura da e-music e do Dj ou é Dj, você tem muito à agradecê-lo. Ricardo Guedes foi um dos responsáveis pela construção dessa cultura. Sempre polêmico e sem um pingo de modéstia, Ricardo Guedes ajudou a difundir a cena dance music brasileira, DJ desde os 18 anos, ele foi residente de casas históricas como Toco e Contra-Mão. Lembro-me de vê-lo mixando ‘’Lick it’’ do 20 Fingers com total maestria e levando milhares de saudosistas como eu a loucura em um dos revivals pela cidade. Era impossível ficar parado quando Guedes iniciava o House Definition em 1998 e o Volume 97 da rádio Energia 97FM, seu último programa de rádio.

Mas infelizmente Ricardo Guedes foi tocar em outras pistas, falecendo em decorrência de um AVC em 14 de junho de 2010 em sua casa aos 46 anos, deixando todo um legado que jamais será esquecido. Em tempos de fake dj´s e fake set´s, quem viu ou ouviu Ricardo Guedes, sabe o quanto é revoltante a atual situação da cena eletrônica brasileira. Ou sente falta de Dj´s como ele. Há um ano, nós perdemos, um dos melhores dj´s do Brasil e do mundo. Há um ano esse Blog não existia, mas assim que entramos na blogosfera, um dos nossos primeiros posts foi sobre Ricardo Guedes e Gregão, outro monstro que infelizmente também nos deixou, falamos da falta que Guedes e Gregão faziam, no cenário dominado por falsos dj´s e gente sem talento, mas a sensação é que nunca conseguiríamos fazer por Guedes, o que ele realmente merecia.

Mas Ricardo sempre será um ídolo para aqueles que como nós, aprenderam a amar a música eletrônica por causa dele e de suas mixagens.

“Aqueles que amamos nunca morrem, apenas partem antes de nós.”
(A. Nervo)

 

“O DJ sempre foi o cara mais bunda-mole da cena. O meu negócio é tocar, enquanto tiver saúde e nariz pra isso. Já encheu o saco passarem por mim como se eu fosse um DKW. Dei minha vida por isso, papai do céu falou: “Você vai morrer pobre, mas vai virar pra caralho”. É isso que eu sei fazer e é isso que vou morrer fazendo. Agora, se não der um risco, você vai embora pra casa, principalmente se não tem a celebração que merece.”

(Trechos da entrevista dada à Claudia Assef, no livro Todo Dj Já Sambou: Editora Conrad, 2a. Edição, 2008.)

Caos na Augusta Reloaded

Calma, não há motivos para se preocupar, ou outros podem ter pensado assim: Caos na Augusta? Sempre foi assim…
Não se trata de nenhuma obra metroviária ou de pavimentação. Nem de arrastão ou guerra de tribos.Trata-se da nova casa inaugurada no baixo Augusta, o CAOS! Lembra que a gente te contou aqui? Pois é, agora temos mais detalhes sobre a nova casa do Tibira e Netão (dono do bar tradicional de mesmo nome).

Detalhe do grafite 

Trata-se do novo bar do Baixo Augusta, que abriu as portas nesta semana e reúne num só espaço cultura, arte, loja de antiguidades, design, gastronomia, gente descolada e boa música, claro.

Loja durante o dia e casa noturna durante a noite, o pequeno estabelecimento, no número 584 da rua Augusta, vai ter capacidade máxima de cerca de 120 pessoas: para poucos e bons.

Nem todo mundo sabe que antes de ser empresário da noite, Tibira teve uma loja de antiguidades em um galpão onde morou, além de já ter vendido na feira do Bixiga e na Praça Benedito Calixto. Colecionador desde os 15 anos de idade, hoje ele tem mais de duas mil peças de coleções de objetos variados, de hot wheels a vinis. Foi também por causa dessa enorme coleção que surgiu a ideia de abrir o Caos.

Há quatro meses, Tibira contratou uma assistente para catalogar sua coleção. O plano é criar um website com o catálogo completo, enquanto a loja exibirá os itens rotativamente, servindo como um chamariz para o site. Além de tudo isso ou até acima de tudo, o Caos será um ponto de encontro de colecionadores, inclusive com feirinhas, brechós e eventos diversos. Perto da entrada, um espaço está reservado para um lounge com poltronas de cinema dos anos 50. Ao longo das paredes do lado direito, há prateleiras de madeira para exibir peças colecionáveis, enquanto do lado esquerdo, está o bar. A mesa do DJ e os banheiros ficam ao fundo. Estruturas penduradas no teto e algumas vitrines de vidro, também destinadas a guardar objetos, completam a decoração do local. A cenografia é de Frank Dezeuxis. A cozinha, mais ou menos oposta à cozinha do Z Carniceria, vai servir comidinhas mais saudáveis, com um menu orgânico, vegetariano e sem frituras, assinado por Matheus Zanchini Barrella.

O cardápio é outra atração da casa. Destaque para pratos feitos com ingredientes orgânicos, como o mix de crakers temperados com wasabi e chilli; queijo nozinho com azeite de baunilha, entre outros. Para beber, peça o drink Bonnie and Clyde (para duas pessoas), que leva guinness, espumante e gelo. Grafite by Chivitz.

Fontes: Tá na modaTá na pista e Coisas de Marcelle